Zimbábue, Mulher, de 26 a 35 anos, Zulu, Viagens

 

    UOL - O melhor conteúdo
  BOL - E-mail grátis
  Re-vitalizar
  Filosofia Virtual
  O Fim da Várzea
  Visite à Vontade
  Meu Mar Azul
  su, simples assim!
  02 Neurônio
  100 Querer
  Blues Writer
  Cenas do Cotidiano
  Coisa de Pobre
  Democrático
  fabioTV
  Laço do Infinito
  Lino Resende
  Flanático
  Lua Em Poemas
  Perdido na Metrópole
  Pretensos Colóquios
  quase histórias de amor
  La vie est belle
  Meu Tempo
  sensível desafio
  Blogue da Magui
  Sabor de Gente
  Do Absurdo ao Suicídio
  Várias Vertentes
  Verde e Amarelo
  Naeno
  Simpatia e Esculacho
  Soppa de Letra
  Ser Mulher
  Blog do Brasilerô
  ACGF
  metamorphosea
  Devaneios e Desabafos
  Taty
  Bem Família
  Bloggente
  Bala Perdida
  Blue Moon
  Pensamentos Ilegais
  Livros & Literatura
  Abrindo Janelas
  The Invaders
  Boteco do Ribeiro
  Ediney Santana
  Fabio Mayer
  (F)alta serotonina
  Digo Tudo
  Always por um triz
  Apoio Fraterno
  Lulu on the sky
  Meu ouvido não é penico!
  Descompensadas
  Jahhh te contei???
  With Charlotte
  Neyzinho
  Mata Hari e 007
  Blog do Cejunior
  Lidos e Vividos
  Neste Instante
  Blog do Ronald
  Metamorfose Pensante
  Veneno Urgente
  Tricotando
  Por que não??
  Mel-melica
  Sentimentos de uma poetisa
  Blog do Junior
  Filosofia de Quinta Categoria
  Cascudeando
  Canarinho
  Grace
  Causos de Tabui
  Vermelho Pitanga
  Alcineia


 

 
 

   


 
 
Cafe no Cafofo



ETERNO RETORNO

"E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: "Esta vida, assim como tu vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes: e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indivisivelmente pequeno e de grande em tua vida há de te retornar, e tudo na mesma ordem e seqüência - e do mesmo modo esta aranha e este luar entre as árvores, e do mesmo modo este instante e eu próprio. A eterna ampulheta da existência será sempre virada outra vez - e tu com ela, poeirinha da poeira!". Não te lançarias ao chão e rangerias os dentes e amaldiçoarias o demônio que te falasses assim? Ou viveste alguma vez um instante descomunal, em que lhe responderias: "Tu és um deus e nunca ouvi nada mais divino!” Se esse pensamento adquirisse poder sobre ti, assim como tu és, ele te transformaria e talvez te triturasse: a pergunta diante de tudo e de cada coisa: "Quero isto ainda uma vez e inúmeras vezes?” pesaria como o mais pesado dos pesos sobre o teu agir! Ou, então, como terias de ficar de bem contigo e mesmo com a vida, para não desejar nada mais do que essa última, eterna confirmação e chancela?"

                                                                                                                           Friedrich Nietzsche, A Gaia Ciência

 

E cá estou eu retornando, repetindo aquilo que outrora tanto prazer me deu: escrever e compartilhar idéias.



Escrito por Ursula às 16h32
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]